Os últimos resultados das seleções nacionais, nomeadamente nas categorias séniores e nas vertentes XV e Seven's, deixam qualquer adepto de rugby apreensivo. Muito se tem falado ao longo dos últimos anos desta questão mas, o facto, é que não se chega a lado nenhum.
Passada a euforia do mundial, parece que tudo caiu num marasmo de incompetências e desmazelos que só visto.
Terá a ver com o facto de as participações nos programas de TV de algumas estrelas, o aparecimento periódico em certas revistas cor de rosa terem diminuido quase ao ponto zero e a ausência de spots publicitários terem deixado de render?
O que é certo é que muito vai mal pelos lados da FPR. Não é com o despedimento, duma forma insólita e desprestigiante do Treinador, que se resolvem as coisas. Embora haja que ter em atenção a equipa técnica.
Algo vai mal no reino das seleções... começo a entender a raiva e a falta de vontade de alguns (muitos) atletas de fora dos (sempre) selecionáveis, em relação a uma eventual presença na seleção. É que, afinal, só são convocados para encher o olho e fazer de conta. E, pior do que isso, sujeitos a um ambiente de cortar à faca, em que quem não faz parte do lobby da capital é votado ao ostracismo e relegado para plano inferior... assim não senhores da FPR.
Chega de mais do mesmo. O Rugby nacional é muito mais do que aquilo que nos apresentam. Chega de pseudo estrelas presas por cordeis que se arrastam pelos relvados, seguros apenas pelo seu ego e pela teimosia de certos senhores da FPR.
Há mais rugby alem do rugby da capital. E não venham com argumentos idiotas de que os atletas de fora de Lisboa teem dificuldades para estar nos treinos. A vida custa a todos. Divida-se o mal pelas aldeias.
Existe uma coisa que se chama planeamento e gestão. Que até agora só tem servido para servir os clubes da capital.
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domingo, 31 de março de 2013
Seleções Nacionais... que futuro?
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domingo, 3 de fevereiro de 2013
Campeonato Nacional Superbock Divisão de Honra Benfica 21 - 64 Académica
Na Sobreda este sábado dia 02 de Fevereiro, domínio incontestável dos Pretos num jogo que só podia ter um desfecho: a vitória da Académica.
Ascendente total dos Pretos, que permitiu que a equipa técnica colocasse em campo alguns novatos dos Sub-21, e fazendo ganhar tempo de jogo a vários jogadores menos utilizados.
Sómente quando a equipa da Académica em campo era uma amostra da que iniciou o jogo, os Vermelhos deram um arzinho de si, mas sem consequências de maior.
A ver vamos se esta tendencia ganhadora se mantem.
Ascendente total dos Pretos, que permitiu que a equipa técnica colocasse em campo alguns novatos dos Sub-21, e fazendo ganhar tempo de jogo a vários jogadores menos utilizados.
Sómente quando a equipa da Académica em campo era uma amostra da que iniciou o jogo, os Vermelhos deram um arzinho de si, mas sem consequências de maior.
A ver vamos se esta tendencia ganhadora se mantem.
sábado, 13 de outubro de 2012
Campeonato Nacional Superbock Divisão de Honra Académica 97 - Benfica 10
Numa tarde aprazível para a práctica desportiva, os Pretos presentearam o Benfica com 97 pontos contra 10.
Num jogo bastante agradável de seguir, os Pretos demonstraram superioridade durante todos os 80 minutos, mostrando uma coesão de jogo mais eficaz e consistente, apesar de algumas falhas de caráter defensivo, algumas das quais redundaram no ensaio e na penalidade que permitiu que o jogo acabasse com o Benfica a pontuar. Um Benfica que cada vez apresenta mais dificuldades em subsistir no rugby, apesar da vontade demonstrada por parte dos jogadores.
Nos Pretosvimos uma equipa motivada, mostrando já muita uniformização de movimentos entre novatos e mais veteranos, revelando alguns bons valores que a curto médio prazo irão sobressair no panorama do rugby nacional, isso tenho como certo.
De notar uma incontrolável dualidade de critérios por parte da arbitragem, nada a que já não estejamos habituados, que só demonstra a falta de qualidade ou de responsabilidade por parte de quem dirige estes jogos. Vimos, nomeadamente, um ensaio não validado à AAC por alegado fora de jogo que, a menos que alguem prove o contrário, não existiu.
Boa partida, bem no aspeto disciplinar, que permitiu à equipa técnica colocar em jogo e a rodar, todo o banco de suplentes. Algo a que já não estávamos habituados a ver.
Não querendo personalizar ninguem em particular, de salientar a prestação de alguns jogadores dos Pretos que, face à qualidade de jogo demonstrada, à capacidade de entrega e partilha pelo resultado do coletivo, nos remetem para uma questão que se torna pertinente: onde estavam esses jogadores na época passada?
Bom, no banco das substituições sabemos que passavam a maior parte do jogo. Então porque não eram utilizados mais vezes e mais tempo?
Questões que devem ter resposta mas que não nos cabe a nós, Meloal dos Pretos, responder.
Fica a dica para reflexão.
Uma boa tarde de rugby no Sérgio Conceição, com os Pretos a dar mostras de estar na luta pelo campeonato.
De parabéns a AAC pelo resultado e pela melhoria e subida de rendimento.
Num jogo bastante agradável de seguir, os Pretos demonstraram superioridade durante todos os 80 minutos, mostrando uma coesão de jogo mais eficaz e consistente, apesar de algumas falhas de caráter defensivo, algumas das quais redundaram no ensaio e na penalidade que permitiu que o jogo acabasse com o Benfica a pontuar. Um Benfica que cada vez apresenta mais dificuldades em subsistir no rugby, apesar da vontade demonstrada por parte dos jogadores.
Nos Pretosvimos uma equipa motivada, mostrando já muita uniformização de movimentos entre novatos e mais veteranos, revelando alguns bons valores que a curto médio prazo irão sobressair no panorama do rugby nacional, isso tenho como certo.
De notar uma incontrolável dualidade de critérios por parte da arbitragem, nada a que já não estejamos habituados, que só demonstra a falta de qualidade ou de responsabilidade por parte de quem dirige estes jogos. Vimos, nomeadamente, um ensaio não validado à AAC por alegado fora de jogo que, a menos que alguem prove o contrário, não existiu.
Boa partida, bem no aspeto disciplinar, que permitiu à equipa técnica colocar em jogo e a rodar, todo o banco de suplentes. Algo a que já não estávamos habituados a ver.
Não querendo personalizar ninguem em particular, de salientar a prestação de alguns jogadores dos Pretos que, face à qualidade de jogo demonstrada, à capacidade de entrega e partilha pelo resultado do coletivo, nos remetem para uma questão que se torna pertinente: onde estavam esses jogadores na época passada?
Bom, no banco das substituições sabemos que passavam a maior parte do jogo. Então porque não eram utilizados mais vezes e mais tempo?
Questões que devem ter resposta mas que não nos cabe a nós, Meloal dos Pretos, responder.
Fica a dica para reflexão.
Uma boa tarde de rugby no Sérgio Conceição, com os Pretos a dar mostras de estar na luta pelo campeonato.
De parabéns a AAC pelo resultado e pela melhoria e subida de rendimento.
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